sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Análise Financeira - Agosto

Agosto a terminar e até parece impossível. 8 meses do ano passados!
O gráfico que se segue elucida-me das categorias onde o meu dinheiro foi aplicado:


 

Pois é:
- Mais despesas casa que no mês passado (nunca será igual, um mês compro menos "isto" ou mais "aquilo")

- Férias 3,52% só? e atendendo a que eu disse que estava numa altura em que não me ia preocupar em gastar nas férias? (e não, não me preocupei). A verdade é que gastei 3,52% do ordenado e valor que tinha em casa (130€).

- Farmácia, novamente farmácia. Estiquei-me no uso dos cosméticos e tive de comprar mais um. As vezes esqueço-me que a quantidade não melhora a qualidade 👀👀

- Outros: IRS, telemóvel, anuidade cartão multibanco e prenda da sobrinha.

- Disparates: aqui foi mesmo burrice minha, toda esta percentagem está agregada a almoços, já em tempo de trabalho, em que não me fiz acompanhar de marmita! Culpa minha.

- Enxoval: tenho criado a ideia de que ir adquirindo as coisas aos poucos no final deverá custar bem menos. Então, já fiz uma checklist de objetos que posso ter à partida e que não me custa ir adquirindo aos poucos. É lógico que não penso comprar a máquina de lavar roupa no próximo mês. 😉

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

O tempo a de(correr).

Será que é só a mim que, com agosto a terminar, se apodera um sentimento de tristeza? Daqui nada é Setembro, Out-Novembro e Dezembro! 
😓😓


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Rendimentos Liquidos mensais do povo Português

Deparei-me esta manhã (em todas percorro as letras gordas das principais noticias mesmo antes de me levantar), com uma análise interessante através de dados do Instituto Nacional de Estatísticas que refere que o valor liquido que o português leva mensalmente para casa é de, 887,00€.

Eu não levo para casa esse valor. Alguém anda a levar o meu resto 😜

Brincadeiras à parte:

"Na comparação internacional, Portugal sai a perder. Os dados do Eurostat sobre os ganhos líquidos indicam que em cada mês em Portugal os trabalhadores levam para casa 762 euros, contra 1.495 na média da Zona Euro."


Ok! Estamos a metade. Não vivemos num dos países da união em que o nível de vida seja o mais caro, não senhora, é um facto, mas eu com 762€ consigo viver, uma família de três pessoas não. Ou mesmo de duas. E sei que existem famílias que não recebem sequer este valor. É só olhar ao nosso salario mínimo:

- Prevê-se que aumente novamente, fixando-se desta vez nos 600€. Pelo menos é o que os nossos políticos da esquerda fazem acreditar, a ver vamos no inicio de 2019, ou finais de 2018, qual o assunto a discutir nesta ordem. 

Olhando para toda a informação, que consta na noticia, analisando e comparando valores entre o antes e pós troika fico aqui a pensar, como é que é possível andar tudo tão interessado nas redes de crédito novamente.
Irá isto correr bem?

Eu e as séries do arco-da-velha

ok!
Eu assumo. Não sou uma jovem normal.

À uma semana vi um vídeo no youtube, (eu assisto muito youtube) sobre uma fuga de uns personagens da prisão.
É ficção, e tratava-se nada mais nada menos, que a prisão de fox river!
Exato, um excerto da série Prison Break. Com a primeira temporada de 2005 a quinta de 2017 e já vão para a sexta!

Não sei onde é que andei. Tenho amigos de todas as idades (entre os 16 anos e os 36), não me lembro de me ter cruzado com o nome desta série. E tenho certeza que muitos já a viram e a acompanham à anos, uma vez que a série tem sido desenvolvida em temporadas e dado a conhecer ao publico ao longo dos últimos anos.

É uma história que me envolve, porque de facto pela família também sou capaz de tudo. O actor principal é inteligente, astuto e eu gosto disso nas pessoas.

De à uma semana para cá, tenho assistido ao final do dia, quando posso. Vou na 2ª temporada, episodio 14. 
O lado bom disto, entenda-se ter descoberto a série tão tarde, é que posso ver e ver e ver (porque até à 5ª temporada posso mesmo ver e ver e ver...) sem medo que se acabe a história.

À uns anos atras também comecei a ver uma série à qual nunca assisti o final, talvez depois de prison break me dedique a procura-la. Já nem do nome me lembro. Contava a história de uma cidade que uma amanhã acordou sob uma cúpula transparente que matava quem a tocasse. Até onde assisti ninguém conseguiu sair, nem entrar. E parei numa altura em que a gestão de recursos alimentares estava a levar a população à loucura.

Agora,
Prison Break, primeiro.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Reaproximações (aos poucos).

Sou cristã.
Fui educada na religião do cristianismo. 
Cresci a frequentar a igreja. A gostar de observar as particularidades diferentes e únicas de cada uma das que visitava.
Li leituras.
Fui acolita.
Cantei cânticos. 

(mas…)

Quando se começa a ter a liberdade de ler história. Ler a nossa história. E a de outros países, as ideias e ideais vão-se transformando.

E transformam-se ainda mais quando passam pela nossa vida determinados acontecimentos. Em que queremos culpar. Culpar algo ou alguém.

Hoje fui à igreja.
Sabe Deus a quantidade de anos que não me sentava ali. Naquele lugar. Naquele banco. Naquela extremidade.

Fiquei durante 25 minutos.
Passaram rápido.

Recordei tudo quanto tinha pedido, quando anos atras me sentei no mesmo lugar. Recordei a mágoa que tinha na altura. O porquê de me ter afastado. O porquê de ter procurado aquele lugar naquela data. 

Fiquei, por fim, a pensar no que me fez lá entrar hoje. Nas direções que me foram sendo postas ao longo do meu trajeto nestes anos. Nas em que apostei para percorrer.
Não deixa de ter graça, agora, a esta distância verificar o que pedi e o que conquistei. Embora a mágoa maior ainda esteja entranhada e vá continuar a estar.

Acho que me fez bem. 
Eu gosto do frio das igrejas.
Do cheiro da vela.

Estava vazia, e estive sempre sozinha até sair.
Ainda não consigo entender as provações/acontecimentos, mas vou aprendendo. Ou tentando.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Viver em casa dos pais. Oportunidade ou exploração?

No inicio desta semana assisti a um vídeo num canal brasileiro em que a bloguer era interrogada do porquê de não ir viver com o namorado e sim, continuar a explorar os pais. Fiquei a pensar naquilo… A resposta dela foi agradável "prefiro juntar e comprar meu do que alugar e estragar dinheiro".

Comecei a equacionar possibilidades: 
- Se eu sai-se de casa dos pais, a esta data, com o meu vencimento e na zona onde resido, conseguia sustentar-me bem. 
Mas é claro que:
- A estar em casa dos pais, consigo sem duvida poupar 3 ou 4 vezes mais, se comparado com o viver sozinha.

Há sempre duas visões possíveis, a boa e a má.
- Se vives com os pais a planear o futuro. Poupar, investir, traçar metas, objetivos e de modo a garantir que um dia tomes conta da tua vida por ti só, e arranques para uma casa tua, BOA, essa é a parte boa.

- Se vives com os pais, tens vencimento, gastas nas tuas coisas, sem ajudar nos consumos domésticos, sem poupar, sem qualquer perspetiva de futuro a solo, BOM, essa é a parte má.

Eu vivo sim, em casa dos pais, já o disse aqui mais que uma vez.
Comecei a poupar de modo sério o ano passado. Este ano tem sido a todo o gás. Olho para o passado e sei que estraguei dinheiro, podia ter mais, mas também sei que:

- Paguei o meu carro sozinha;
- Paguei o meu ultimo ano de faculdade sozinha;
- Entrego todos os meses x € para as contas mensais da casa;
- Pago o meu próprio telemóvel, sem o ter incluído nos pacotes de telecomunicações lá de casa; (e podia tê-lo feito, mas tinha desvantagens, a fatura ia aumentar, e a minha mãe não aceita mais que o valor x€ que entrego e que referi no item acima. Assim sendo ia ser desagradável estar a aumentar uma conta).
- E tudo o que tenho é pago por mim desde o dia em que comecei a trabalhar.


No vídeo que assisti a bloguer usou mesmo o termo "explorar", chocou-me um pouco. Porque sei que a realidade em muitas casas não é a mesma realidade que na minha. Há sim quem explore os pais, e muitos bem perto de mim, ou de ti. Que trabalham, mas não ajudam nas tarefas de casa, não ajudam monetariamente nos gastos com prestações de serviço (eletricidade, água, telefone…) e que muitas das vezes ainda precisam de "ajuda" monetária para ir até ao café com os amigos. Não se enganem, isto existe sim.

A minha mãe usa muito uma frase "poupa, poupa filha, um dia vais agradecer". Esta é a realidade da minha casa. 
- O meu primeiro ordenado foi todo entregue à minha mãe. Tinha 14 anos. Trabalhei o verão inteiro e regressei à escola feliz.

A disciplina e a educação pela qual nos regram em pequenos faz de nós os adultos de hoje.

Eu vejo o facto de ainda estar em casa dos pais como uma oportunidade de me expandir em possibilidades futuras. Em poder amealhar tanto quanto possível para investir numa casa (que gostava de construir). Em poder, com a ajuda de todos, definir no que investir, no que comprar, como poupar. Em aprender como gerir a alimentação, as conservas, os congelados. Em me equilibrar enquanto filha e enquanto autónoma o suficiente para virar a casa na arrumação e na confeção de refeições.

Já vivi meses este ano, e olhem que vamos apenas no mês 8, em que deixei de sair à noite com os amigos porque queria muito poupar "y" valor. E em algumas vezes a minha mãe dizia, <mas vai, precisas de dinheiro?>, não fui. Não vou. Porque são metas minhas. E é por nós que devemos aprender, não por desabafos de terceiros. Mas nunca deixei de lhe dar o "x" mensal para a casa, nem nunca deixei de ter "w" disponível na conta, para quando possa comprar qualquer coisa para casa, para todos, fruta, pastelaria…

No fim de semana passado sai, apetecia-me muito comprar uma coisa que estava à venda por 1€, mas estava a acabar de comer algo que me tinha custado 1,70€ e antes tinha bebido algo que me tinha custado 1€. Acabei por não comprar. E olhem que é só 1€! Mas não comprei. Porque assim seriam 1+1.7+1 ao envés de 1.7+1.
Eu sou assim. Comigo.
Com os meus irmãos, saímos e chego-me à frente para ser eu a pagar.
Os sobrinhos pedem e eu dou. Compro. 
Em casa é preciso, no outro dia aparece.

Mas sou assim, exigente. Comigo. Porque é a única pessoa com a qual o devo ser.

Explorar?
A mim. A mim exploro, principalmente a capacidade de me reinventar todos os meses e expandir os objetivos.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Férias 2018

Das férias?
Terminaram. Faz já uns dias.

É sempre um ciclo. Trabalham-se x meses a planeá-las. Depois vivem-se rápido e terminam ainda mais rápido.

Têm como propósito o descanso. E foi cumprido.

Sol. Amiga(o)s.
Cadeira de bar à noite. Em esplanada aberta. Sob árvores altas e de folhas verdes.
Manhãs sem despertador.

Muita água ingerida.
Roupa leve, todos os dias.

Descanso. Sono em dia. Despreocupação. Despreocupação total.

Água de mar, de rio e de piscina da sobrinha (plástica, azul e branca. Enchida a compressor e com água até às canelas).

Melão à mesa, ao pequeno almoço, ao almoço e ao jantar.
Gelados (vários), para adocicar o gosto de cada um.

Casa cheia. Sempre cheia nesta época.

A pele ficou mais escura.

É o verão. 
E eu adoro-o (dentro das lamurias que me saem por vezes relativas às temperaturas mais altas).

São as férias.
E eu adoro-as, mesmo implicando o regresso ao trabalho. Aliás, acho que é mesmo por isso que as adoro. Porque me permitem voltar. 

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Da vida...

A tentar acertar o meu caminho sem me preocupar se a próxima etapa será uma queda ou um voo.
A tentar.

(e respiro! Cheia de dores de cabeça novamente.) 

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Sobre o meu mealheiro anual e o Futuro

Mealheiro anual? Quanto amealhou?

Como escrevi a 1 de Agosto já me apetecia matá-lo ao recorrer a uma faca para o abrir. E estava muito empolgada para o fazer. Mas… palavras da minha mãe: "não o abras, mantêm-no a juntar dinheiro" assim que lhe o apresentei e disse que fazia intenção de o abrir.
E continuou com a conversa com algo do gênero, - que se eu pensasse bem, veria que o que lá está não me faria assim tanta diferença/falta.
Pensei… e pensei… sabia que ele tinha:

- 1 nota de 20€
- 2 notas de 5€
- 2,29€
- 1,00€ (uma vizinha que me deu por lhe ter dado boleia - insistiu e insistiu que o aceitasse para beber um café - faleceu neste entretanto de ano) 😢
- 1.72€
entre outros trocos que ia colocando sem anotar na minha agenda.

Pensei mesmo em não o abrir e continuar por tempo indeterminado a colocar lá o dinheiro que fosse podendo. Mas...

Abri a latinha hoje, tem 54,24€. E voltei a colocar o valor numa outra latinha fechada.

Acho que o vou guardar. Não sei para quê. Nem para quando.
Mas, vou guardá-lo continuando, claro, a abastece-lo sempre que possa.
Um dia servirá para alguma coisa. Sei que sim. A não ser que me assaltem a casa.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

2.925,82€, ainda?

Lembram-se do dia 24 de Maio de 2018?

O inicio da aventura de SOMAR  2.925,82€ à poupança até Dezembro?

Como é que estou 3 meses depois?

Em falta:  1.822,59€.


(O valor já inclui a dedução da poupança prevista para Agosto, mas espero juntar mais uns trocos, nem que sejam apenas em moedas de 2€. Também espero que os part-time já referidos em publicações anteriores venham a ajudar a diminuir este valor).


É critico dizer que já só faltam 4 meses (não incluindo Agosto) para terminar o ano/poupar? MUITO!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Férias e Paz

Ok, apesar de no primeiro dia de férias ter tido como primeira ocupação dirigir-me à minha instituição bancária para transferir um montante para a minha poupança (não o faço online, sei lá porquê…) tenho andado adormecida nesse tema. Tenho gasto sem grandes remorsos. Acho que férias são férias. É preciso desligar dos temas que me cercam durante todo o ano, das contas feitas todos os dias (ou à semana) e das dores de cabeça que muitas vezes surgem depois de feitas enumeras vezes as mesmas somas e subtrações…
E o espantoso disto tudo é que nestes dias tem-me sido fácil lidar com isso. Com essa falta de foco. Com esta descontração. Ainda me falta caminho para chegar ao objetivo deste ano (o que tracei em Maio), mas sei lá, nestes dias acho mesmo que tenho andado a dormir nesse tema 😛. Quem tem adorado são os sobrinhos que têm usado o meu dinheiro para quuuuuase tudo quanto vêm e gostam 😇.
Também tenho a ideia de que não me vou stressar com o assunto quando as férias terminarem. Tenho tudo memorizado (além de escrito em milhentas folhinhas), de quanto devo poupar em Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro… de quanto vou receber dos part-time a começar em Setembro, e até de um valor possível a atingir em moedas de 2€. Está tudo +/- pensado 👍. O que me tem deixado tranquila também. Estar descontraída por ter já tudo pensado, não é estar desleixada do assunto. Eu ainda sei onde pretendo chegar quando o dia 31 de Dezembro chegar, só que quero ir no resto da viagem, destes últimos 4 meses, a viver devagar e com a certeza que 2018 já foi muito generoso comigo (melhor escrevendo, eu, eu tenho sido generosa comigo própria).
As férias trazem coisas boas, energias positivas, descanso, paz, redirecções. Para ser sincera, as rotinas que estabelecemos são pesadas (muitas das vezes). O muito não é tudo, mas já é alguma coisa.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Férias :)

Lá consegui dar um pulinho ao computador hoje :) porque o dia tem sido em casa a tratar de roupa e de algumas arrumações :)

Mas as férias já deram para:
- passear;
- Apanhar sol com as amigas;
- (o dia de ontem foi tooodo para compras com a minha mãe);
- Ler;
- Descansar qb;
- Fazer presença em festas tradicionais e em feiras de verão (daquelas que têm exposições de produtos regionais);
- Ir à instituição bancária onde tenho conta tratar da poupança ;


Só ainda não consegui ter um dia para dormir ... Dormir... Dormir... Mas ainda chegará o dia (talvez amanhã) :-P :*)

As dores de cabeça melhoraram, talvez se deve-se mesmo à temperatura que se sentiu na última semana. E os fogos?? Ao ver as imagens no nosso sul revejo na memória imagens de à um ano no nosso centro :| e é triste... Muito triste...

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

😖

Mas que caaaaaalor é este?!!!!
SOOOOOCORRO.




[Desde a semana passada que tenho andado com umas dores de cabeça fora do normal. Alguém entendido nas pressões atmosféricas que me possa correlacionar as duas coisas? Começo a achar que isto é do tempo!]

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Mealheiro- Anual

Agosto, agosto, agosto… é o mês de abrir o mealheiro iniciado a 31 de agosto de 2017. Tinha por objectivo guardar, pelo período de 1 ano, os trocos que me fossem sobrando ao final do mês. Agosto de 2018 chegou. Dá para acreditar? 8º mês do ano…

É ou era suposto abri-lo no dia 31-08-2018. Pensei em fazer algumas compras ao longo das férias, para evitar a azafama dos fds (sim, porque depois de 31 de agosto não tenho férias e só me iriam sobrar os fds), decidi antecipar a abertura do mealheiro para poder explorar algumas lojas para comprar o que me tinha proposto comprar. Dado que, claro, a ter dinheiro de "sobra" será o primeiro a ser gasto. Não é nenhuma fortuna, quem melhor do que quem lá foi depositando umas moedas de vez em vez, para o saber! Se der para comprar a prancha para o cabelo de que estou a precisar já me dou por FELIZ!

As minhas férias não durarão até dia 31, então a ter tempo livre, com maior disposição e tempo para poder procurar melhores preços, achei de bom tom espetar a faca no mealheiro e ver o que ele me reserva antes da sua vida útil terminar 😉.

(atendendo às obrigações de agosto - poupança, IRS, etc.… acredito que não fosse possível desviar trocos para o mealheiro, pelo que, assim a dor de o matar antes de tempo não é muito grande).
Amanhã, talvez o abra.
ANCIOSA 👀👀!

AGOSTO

É tempo de Agosto. 
Que seja um mês bem disposto nos seus dias. Que traga sucesso e concretizações. Cabelo mais claro. Pele mais escura. Água fresca e noites quentes.

Há coisas neste blog que o dinheiro não compra!

- "estamparente, verde ou cinza, tu é que escolhes" (Como não percebi bem, tentei que repetisse) - As da tia estão de que cor? ...