sexta-feira, 29 de junho de 2018

Situações de dia-a-dia

Hoje tive de me deslocar para o trabalho por um caminho que não uso frequentemente, ou melhor dizendo, nunca uso. Nunca para o trabalho. E para outras situações também é rara a vez que lá passo.

Mas hoje teve que ser.
Sabia que é uma estrada com muito mais movimento que aquela que percorro diariamente, ainda assim teve mesmo de ser.
Curva contra curva e lá aparece uma fila de carros. Ou melhor, dois carros e um camião. Uma fila portanto… 😂😂

Acredito que os dois carros que transitavam à minha frente tinham horários para cumprir, tal como eu. E pensei, "humm , devemos entrar todos à mesma hora, já não vou ser a única a chegar tarde ao trabalho".

Para meu espanto o camião abre o pisca para a direita e encostasse à berma, berminha, berminha da estrada, e dá-nos passagem. Fiquei a olhar para o camião e levantei a mão para lhe agradecer, ao condutor, claro.

Ainda há pessoas de bem. É uma estrada complicada, com curvas de visibilidade reduzida e não havendo cedência de passagem ou fluxo de transito a velocidades normais (um camião de cargas anda devagaaaarinho) é chato de conduzir ali. Chato e demorado. Mas já me aconteceu, não nesta estrada, ter de acompanhar um camião do tipo durante todo o trajecto, o que todos sabemos que ocupa muito mais tempo em relógio.

Vi o resto do caminho a pensar, o gesto do sr. ajudou-nos a nós, condutores de veículos ligeiros e em nada comprometeu a sua viagem, até porque se encostou, e mal eu passei (era a ultima da fila) ele retomou à estrada, seguindo logo atras de mim… À tanto que podemos fazer diariamente pelos outros. Gestos tão sem "graça" mas que mudam o momento...

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Opostos.

Ontem em conversa com alguns amigos, aqueles que vêm do tempo do secundário, falou-se em fundos de garantia bancária, poupanças a prazo, instituições bancárias com taxas mais ou menos elevadas, de retenção de imposto em caso de morte, entre diversos outros pontos chave da banca, como o caso BES, p.e.

Já não é a primeira vez que o digo, eu vivo de mês a mês. Digo-o à família, aos amigos pessoais, aqui e a mim. O que gerou alguma confusão. Eu não vivo de mês a mês a precisar que o mês acabe logo para receber novo ordenado, não, não é esse o sentido que atribuo às palavras. Eu vivo de mês a mês a trabalhar uma poupança. A gerir o que vai para outros cofres e o que fica no meu. 

Recentemente decidi que quero poupar x, e apercebi-me que ainda assim chegava ao final do mês com y em conta, valor que até poderia ter sido poupança, mas como não atinge o valor mínimo de transferência periódica para a conta poupança, tinha de ficar ali, à ordem, e juntava-se ao valor do mês seguinte. E não gostava. Como o dinheiro não me faz comichão ficar parado na conta, Opto por manter o valor x em conta até ao final do mês, em caso de sobrar ainda + y, no último dia é transacionado para a poupança x+y. Sempre junto mais uns trocos.

E se acontecer algum imprevisto no meio tempo em que coloco a conta à ordem a zeros e o dia em que entra nova remuneração? 
Há um valor em casa. Também existe uma família que sei que pode ajudar. Como não tenho empréstimos para pagar o meu medo neste meio tempo é mínimo. Até porque se refere a 1-2dias no máximo.
Viver mês a mês para mim significa isto. Nem sempre assim foi.

Um dos rapazes do grupo trabalha no departamento de gestão financeira de uma empresa, trouxe à conversa dados de maximização de património monetário interessantes. Conceitos dele. A vivência dele. No entanto há também no grupo quem não confie sequer no débito direto da conta de electricidade, "eu? eles depois têm acesso à minha conta, retiram de lá o que quiserem. Eu não confio!". São opostos.
Cada um como é. Cada um com os seu propósitos. Somos todos amigos.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Eu,

das coisas que mais gosto ao final do dia é de realizar um assalto ao pomar.
Nós temos um pomar com diversas árvores de fruto. As árvores são verdes, umas altas e largas, outras baixas e mais estreitas. O chão, neste momento, é cor de terra e de pedra. Zelamos o pomar todos os meses. Não existe erva. 
Neste momento temos laranja, nêspera e cereja. A maça e os pêssegos, também, já se mostram na forma que possuirão, falta crescer e amadurecer.
É o tipo de coisa que gosto de fazer diariamente. Faço-o assim que chego e pouso o material diário que me acompanha ao trabalho.
É como que um elo de corte entre a vida laboral e a pessoal.
Não há barulho.
Excepto os carros de quem passa (muitos de vizinhos que chegam também aos seus lares).
Os pássaros que buscam o que petiscar. Ou os que vêm só fazer companhia.
O som dos passos no solo.
O vento. Sim, que o vento tem voz.

Poderia abdicar que muitos afazeres. Deste não.

domingo, 24 de junho de 2018

...

Aí os domingos, os domingos . Há, para mim, os que são descanso e os que são confusão. Dou preferência aos de descanso. O dia de hoje foi um misto dos dois. As próximas semanas vão ser duras, as duas próximas semanas para ser mais precisa. Entro na semana um pouco receosa.
Mas faz parte, segunda dia 9 de julho acho que já poderei respirar com mais calma.
É um grande defeito meu, sofrer por antecipação. Enervar-me com situações que para a maioria são banais... Bem tento respirar fundo mas é inevitável, já faz 3 dias que não durmo eficientemente. É sempre assim. Tento mudar, colocar em consciência que tudo correrá bem, mas é, penso eu, defeito de fabrico. E é coisa para nunca se conseguir mudar. :-( :-/

sexta-feira, 22 de junho de 2018

De 2 em 2

Jã não é novidade, por aqui, a minha poupança de moedas de 2€. Em 2017 juntei 280,00€ com a brincadeira e decidi continuar este ano. 

Aponto quanto junto mensalmente: 

Junho: 11 moedas (ainda falta mês);

O que totaliza até ao momento 66 moedas, 132,00€. A juntar aos 280,00€ de 2017, conto já com 412,00€.
Os 280€ de 2017 já estão na poupança faz tempo. E deste ano também já depositei 130€, incumprindo o disposto aqui, em só depositar quando tivesse 125 moedas. 

Mas… como em Maio surgiu um auto desafio de 2.925,82€,  até ao final do ano (acho, sinceramente, que não vou conseguir ter sucesso neste desafio, mas… estou na luta), decidi avançar logo com o depósito conforme vou tendo valores +/-. Porque assim, os 2.925,82€ vão diminuindo e não é apenas com o reforço de poupança mensal em poupança. E acresce a vantagem de não ter as moedas paradas e fora de circulação durante muito tempo. 

Quem pensa que um mealheiro não ajuda, bem engado está.

Sexta(s) - Feira(s)

Sexta-feira para mim é sinónimo de final de semana. Mais uma que termina. Estamos a mais uma de terminar o mês (outro mês).

Iniciei esta semana a pensar torná-la uma semana de gasto 0€, já me auto desafiei algumas vezes e correu bem. 

Mas fins 2 consumos:

Segunda-feira: 1.10€ café

Sexta-feira: 3.40€ almoço + 2.00€ pote de poupança de moedas de 2€ - não é um gasto, mas deixa de estar disponível no valor do mês. 



 -6.50€ disponíveis. Haveria era de ser assim toda a santa semana 😂😂😂😂

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Na Ordem dos Treze e Oitenta e Quatro

A respeito da publicação de análise ao poupando face aos anos de trabalho, ontem tive a brilhante ideia de fazer a coisa de um modo "mais" real (ou, totalmente real). Isto é, a publicação já referida leva-nos a fazer contas considerando o nosso último salário, que não é, ou pressupõem-se que não seja, igual ao primeiro que recebemos.

Ontem peguei em todos os relatórios de vencimento e somei, olhei para o valor em poupança e conferi, à data de ontem (e hoje), face ao que recebi nos anos já trabalhados, tenho 13,84% poupado.

Ok, é seguir a marcha.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Junhozinho

Junho está  a ser um bom mês, calmo, com prudência nos atos. Está quase a chegar o verão e a primavera entrou em força nesta semana de calendário, para se despedir com mangas curtas e águas frescas.
Aí Junho, Junho, é também um mês em que não tenho acontecimentos de grande registo, em anos transactos.
Mas, cada vez mais, o importante para mim é a leveza, o aproveitar o acontecimento atual. Então estou a tentar não estabelecer tanta pressão no cumprimento de dezenas de tarefas.

Viver e aprender, todos os dias.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Nunca fiz...

… desde o momento em que decidi poupar:

- Comprar livros de organização financeira.

E tanto que eu gosto de livros. Mas foi algo que nunca me passou pela cabeça. É para mim um contrassenso. Quero poupar e vou gastar para o fazer(?), quando temos inúmeros e bons blogues portugueses a abordar o assunto(?). É uma opinião pessoal, claro está. Mas nunca equacionei essa hipótese.
Pesquiso muito online, e bem vistas as coisas já pago o serviço de internet, portanto, acho que é justo não me dedicar à compra de livros. Acredito que muitos possam conter informação relevante, mas penso, não possuirão todos grande parte do mesmo "fundo"(?).

Basta falarmos com as pessoas mais antigas da família:

- Sistema de Poupança por categorias em envelopes > basta lembrar que as nossas avós faziam isso, separavam o pouquinho que os maridos recebiam em montinhos diferentes conforme a finalidade;

- Aproveitamento de sobras das refeições; agora temos o habito de cozinhar em excesso e congelar > no tempo dos avós, reaproveitavam completamente tudo, nada se estragava. Conservação em sal. Aproveitamento de sobras em refeições diversas...

- Finalmente recai em consciência a água (exagerada) que utilizamos, principalmente em banhos > no tempo dos avós, tomavam banho em banheiras de inox ou barro e a água era ainda aproveitada para lavar terraços e afins.

- Hoje saímos á rua e ele são gelados, cafés, bolos, produtos de supermercado que nem são tão necessários quanto isso, e vá, lá vamos nós todos contentes comprar > no tempo dos avós, entrava em casa o estritamente necessário. Era dos pomares que vinha a fruta e das hortas a maior parte dos alimentos. É evidente que nem todos temos horta, nem pomares, nem facilidade de poder vir a ter, mas poderemos ter controlo no resto, na compra por impulso p.e.

Não são criticas. São a evolução dos tempos eu bem sei. Não podemos todos pensar "ah se a avó não teve eu também não vou ter, vou é poupar, poupar, poupar". Não, não é isso. Até porque as minhas avós não poupavam, poupavam, poupavam, porque simplesmente não tinham como. Mas geriam a casa de um modo exímio. Não faltou nada nem ao meu pai nem à minha mãe. Ou talvez tenha faltado um prato mais composto de vez em quando, mas nunca esteve vazio.
A minha mãe conta-me inúmeras histórias sobre como se geria naquela época uma casa. Como entrava o dinheiro (suado de trabalho) e saia investido em bens alimentares… Já tive a oportunidade de dar umas espreitadelas por livros online, excertos, métodos, …, e nenhum se equiparou a conversas que tenho com a minha mãe. É por isso, que quando encontro um livro sobre poupança não me interessa adquiri-lo, interessava-me sim, ter uma das avós para conversar. Mas tenho de me cingir a aprender com os filhos. Porque hoje também sou filha e um dia também serei avó.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Da escrita.

Isto de escrever faz sucesso. Não fora de portas, mas dentro.
Sei que nunca fui precisa nos dados, no p.e., gastei x em supermercado, y em gasolina… sempre falei por alto, mas a verdade é que à nove meses quando comecei a escrever por aqui tinha x em poupanças (de5 anos de trabalho) e neste momento tenho x*2,33 (em 9 meses, mais que dupliquei o valor).

Claro que vale a pena escrever. Quanto mais não seja para registar para nós próprios as alterações.
Já publiquei muitas ideias de poupança, neste momento a que uso cinge-se ao seguinte:

1 - Pagar tudo quanto me é obrigatório com o ordenado (gasolina, verba fixa p/ ajuda de custos em casa, telemóvel, seg.+ manutenção auto) + farmácia (q não é todos os meses) + algum imprevisto mensal.
Tudo o que resta no fim segue para a poupança. E porquê tudo o que resta? Se eu transferir ao inicio do mês um valor e chegar ao final do mês com 49,98€ na conta, já não os consigo mover para a poupança, porque, a que tenho, só permite transferências pontuais no valor igual ou superior a 50,00€. 
Se posso esperar pelo mês seguinte e juntar esses 49,98€ ao valor de poupança habitual? sim posso, mas eu gosto de viver mês a mês. E a verdade é que desta forma já juntei mais que o definido, porque seguem sempre p.e. + 27,34€ ou mais 17,22€ ou mais 32,50€ que o valor que estimei. E a poupança com estes cêntimos e euros a mais, aumenta.

Comecei o ano a queres guardar 2.000€, o meu primeiro trimestre correu muito bem o que me fez querer aumentar (1º aumento) o valor que defini mensalmente para a poupança, e com este método de transferir o que me resta fiz, a mim própria, o meu segundo aumento.

Mas tenho uma regra, é que o valor que defini no 1º aumento tem mesmo de ser transferido (ao final do mês esse dinheiro tem de estar na conta disponível para seguir caminho para a poupança).

Aqui jogo muito com a minha segurança. Não me incomoda manter o dinheiro parado na conta. Não caio em tentação de o usar.


2 - Pagar cinema, café com amigas (2 dias / semana), saídas, por vezes a farmácia com o dinheiro de atividade extra , e já não sobra muito. 

Por algum lado havemos de começar :)
E eu, como boa patroa de mim mesma, lá fui esticando a corda e arranjei forma de me aumentar.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Junho e a Sardinha

Estamos a 12 de Junho.
Estamos a horas do dia de Sº António.

Sardinhas? Alguém que me lê gosta de sardinhas? Eu adoro, adoro, adoro! é coisa que não me canso de comer. Adoro!

Este tempo é que não é amigo de as lembrar. Mas estou desejosa destes dias comer umas belas sardinhinhas.

sábado, 9 de junho de 2018

Santa Paciência.

Sinto-me doente. Ontem. Em pleno 8 de junho um frio que arrepia, chuva e casacos. Possa!
Na quinta ao final da tarde comecei a sentir uma confusão na cabeça. Não era nenhuma dor forte, nem média ou ligeira, era um mal estar.
Ontem senti dor de garganta. Ok. Estou a começar a chocar qualquer coisinha. Detesto estar doente, e é coisa que me acontece muito pouca vez, mas quando chega… Jesus.

Farmácia logo, mal saí do trabalho lá fui eu. 

Maxilase Xarope, pastilhas e bem-u-ron para ajudar, na garganta e no peso da carteira.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Segundo milhar de dois mil e dezoito.

Estamos em Junho, o sexto mês do ano.
A poupança de 2018 passa, à data de hoje (já com a poupança de Junho), de dois milhares de euros. Era o valor previsto para 2018. Foi atingido antes, muito antes do ano terminar. Assim sendo, não me vou recriminar no resto do trajecto. 
Gosto muito de explorar novas opções, novas formas de poupar, de análise e verificação de onde posso melhorar no mês seguinte, mas com o desafio dos 2.925,82€ sei que tenho um valor redondo a poupar mensalmente e não vou explorar mais que isso.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Estou bem neste caminho

É factor indiscutível para mim. Poupança tem de acontecer todos os meses. Seja o valor mais insignificante que for. Mas não é realmente discutível, a poupança tem de acontecer!

Este mês já iniciou à 7 dias e nesse tempo gastei 60€ de ordenado. Tudo bem até aqui.
Decidi analisar, considerando o ordenado e o valor de poupança quanto me "sobra" para gastar por semana.

X (ordenado líquido) - Y (valor poupança [definido no inicio do ano, e entretanto aumentado]) = Z

Z= Valor monetário que posso gastar, retirando a poupança, ao longo do mês.

Z/4= Valor monetário que posso gastar por semana. = 113,76€/semana

Já não é novidade, que de volta e meia me lembro da semana zero gastos (em que não compro rigorosamente nada) então acho que se consegue perceber que conseguiria juntar ainda mais dinheiro à poupança (que, diga-se a verdade, o valor que neste momento estou a retirar a cada inicio de mês para esse fim, já é bem simpático).

Nestes 113,76€/semana, estão, claro, os meus gastos obrigatórios, casa, telemóvel, combustível, lazer… É tudo uma questão de equilíbrio, na semana em que pago os gastos da casa, não convém abastecer o carro, senão lá se vai o valor da semana. 

A verdade é que nunca tinha analisado valores à semana. E também é verdade que nunca tive o valor de poupança tão alto. Faz-me pensar que (apesar de ainda não estar no mercado de trabalho à muitos anos) já podia ter poupando muito mais que o que tenho.

Mas, não vale a pena chorar sobre o leite derramado.
Pode ser uma ajuda, colocar um preço na semana e vive-la dentro desse valor. Não dizem, e com verdade, que a cada dia nos são dadas 24horas de novo, então é colocar esse propósito noutras áreas. 

Sinto-me relaxada com as poupanças neste momento. Faço contas por fazer (como hoje em que decidi ver com quanto vivo/semana), leio artigos por ler… etc... etc... Tenho um valor fixo a transferir para conta poupança bancária, não é 50% do ordenado, mas é uma boa %. Tenho consciência que está bom assim. Vou melhorar. Sempre. Não recebo um super ordenado, mas chega.

A última crise atravessada em Portugal, em mim, ainda está muito marcada. Não me esqueço de tantas e tantas histórias relatadas na Tv, de famílias que contraiam créditos para pagar outros créditos, de famílias sem forma de sustento... Isso assustou-me. Assusta-me. E se por um lado sei que um dos meus piores defeitos é viver no passado, por outro ajuda-me a ser lúcida em determinados assuntos. 

Não sei qual é a ideia da minha e das mais jovens gerações. Tínhamos tudo ser um país independente. E andamos a lamber botas por necessidade de apoios externos. 

terça-feira, 5 de junho de 2018

Respirar doi?

Ando cansada. Cansada nem sei de quê, mas cansada.
Talvez seja o ritmo do ano, talvez sejam os desafios pessoais. Talvez nem seja nada. Mas tem minutos em que respirar pesa. Dói.

Assim acabou Maio para mim e se inicia Junho.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Gosto do verbo gostar :)

Um comentário da Cláudia, aqui, fez-me pensar... Pensar que há pessoas que me lêm e não sabem nada a meu respeito. Nada. Além da vontade de crescer em poupança. Acho que é tempo de dar novos assuntos ao blogue.
Vou manter a minha privacidade na mesma, mas vou passar a referir um pouco mais dos meus gostos, rotina e a forma de viver. E acreditem, o que aqui coloco é verdade.

Gosto de:

-Prato: batatas, cenoura, brócolos e peixe, tudo cozido;

- futebol ; ( ver)

- De líquidos que ingiro, 90% são água ;

- Fruta: banana e maçã;

- ver da minha varanda a noite chegar ;

- Batons em tom rosa suave ;

- Engomar roupa;

- Dormir após o almoço de domingo (nem que sejam 5 minutos no sofá);

- Trocar correspondência com amigas de longa data por correio (CTT mesmo);

-  Ouvir música portuguesa (p.e. Mariza);

RAIZE

Já escrevi sobre a Raize  algumas vezes aqui no blog. Plataforma de empréstimo de dinheiro a empresas por parte de financiadores comuns. E...